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| LUX ABERON |
A TEORIA AURA
“O homem é uma essência à parte,
mas não desligada (Sorrei, 1929)[1]”
Por séculos e culturas a parte, tentou-se inserir o homem na natureza
como uma essencia dela pertencente, da mesma forma, atribuía-se a ele uma
energia que o conectava a ela. Esta energia recebeu vários nomes e significados
ao longo das Eras: Chi, Kha, Força vital, Magia e por fim Aura. Todos estavam
um tanto corretos.
Por muitos anos o homem (pós-Dilúvio) usou da magia de maneira leviana,
sem saber ao certo de onde ela vinha ou como ela se materializava. Não sbiam
que tudo tem uma fonte razoável de explicações. Então chegou o tempo dos
pensadores gregos e com eles a necessidade de entender a natureza como um
fenômeno na existência.
A magia em si, naquela época tão ligada à figura de sacerdotes e
feiticeiros, não passou despercebida como objeto de estudo. O egípcio Sassi de
Macaei, que estudou em Alexandria, copiou e reuniu todas as evidências escritas
sobre a magia e tentou dar um sentido a ela. Ele foi o primeiro que descobriu a
Aura como a entendemos hoje e suas implicações fisiológicas no corpo dos que a
manipulam.
ENERGIA AURA: PRESENÇA
EM TODO SER VIVO.
Os estudos iniciados pelos egípcios nos períodos helênicos foram
abandonados por quase quinhentos anos até serem novamente apreciados pelos
europeus. A Luz Aberon européia teve grandes avanços na unificação das teorias
e foi mais uma das ordens que adotou o sistema dos Doze Caminhos da
manifestação da Aura nos seres vivos.
A Aura manifesta-se em todos os seres da natureza. Deles faz parte como o
odor, o suspiro de uma respiração. É invisível a olho nu daquele que não é
iniciado para utilizá-la e muitas vezes é oculta mesmo daqueles que podem
naturalmente enxergá-la. O homem que nasce, naturalmente a possui e em todas as
doze variações, mas somente pode manifestar umas poucas.
Esta energia nasce do corpo humano a partir de sua consistência física,
produzida pelo organismo naturalmente e expelida cutaneamente. Ela drena sua
fonte dos alimentos ingeridos e gordura corporal, sendo que quanto mais o
usuário a expele para suas manifestações, mais energia se gasta e
consequentemente mais deve ingerir para reparar esta perca. Nem todos conseguem
enxergar esta emanação, uma vez que para fazê-lo, é necessário ter sido
desperto ou assim nascer.
Um indivíduo plenamente sintonizado com o modo que sua Aura flui e a
controla, é capaz mesmo de influenciar outros que ainda não são despertos de
duas maneiras: Servidão e Contaminação. A primeira só se concretiza quando a
vontade é pequena ou quase nula. Isto aplica-se a animais, plantas e seres
humanos de alguma forma, compelidos a tal fraqueza. Nestes casos a Aura
sincroniza-se a outra e dele flui em conjunto, gerando a influência.
Nos casos de contaminação, o usuário e poderoso conhecedor de suas próprias
limitações e capacidades, influencia outro não tão prodigioso com
características que julgar necessário. Nos tempos mais antigos, pessoas com grandes
aptidões mágicas, mesmo sem despertarem conseguiam realizar proezas desta
magnitude, estas, eram temidas, pois suas bocas poderiam proferir desgraças ou
vantagens. Inicia-se então os primeiros indícios de maldições.
Despertar é um termo comum e usado para significar que o usuário
libertou-se da Trava. Já este último termo diz respeito a uma limitação natural
dos seres vivos que impossibilita-os de entrar em contato com a Aura que
manifestam, enxergá-la ou mesmo serem atingidas por certas emanações. A Aura
Travada ou Corpo Fechado é muito ligado aos conceitos de Corpo Aberto e Corpo
Fechado a serem estudados posteriormente.
O Despertar é comumente associado a um ritual e este tipo de prática é
tão extensa quanto as culturas que usufruíam da magia. Entre as Bordoro, por
exemplo, seu ritual consiste em agredir a criança fisicamente e com Aura por
meses até que ela seja forçada a despertar por sua própria força. Já as antigas
Orloquianas da Neve, tinham como ritual a amputação de dedos ou mesmo membros inteiros.
Estes são os rituais considerados mais leves. Há indícios de tribos antigas da
África Central ou Oriente Médio tinham o aterrador costume de violentar os
candidatos, sejam eles masculinos ou femininos.
A Luz Aberon criou o Despertar indireto, que consiste em um indivíduo já
iniciado contaminar a Aura do candidato, como efeito colateral, a Aura do jovem
é forçada a reagir, despertando por si só afim de expelir a Aura invasora.
Assim o Escudo da Aura, a manifestação do Corpo Fechado, se rompe de dentro
para fora em uma reação violenta que se não controlada, esvairá a força vital
do jovem até sua morte. Obviamente o responsável lacra a Aura já desperta e o
candidato, ao acordar, já encontra-se desperto.
Este método, antes de seu aperfeiçoamento, gerou uma série de mortes de
inocentes e foi quase banido, mas o Aberon Ragen Alfur, que viveu em 530 d.C.
consolidou esta técnica como a mais eficaz. Discussões e debates, audiências e
votações foram realizadas, mas era evidente que a Luz deveria ter um sistema próprio
com o propósito de preparar recrutas para os difíceis tempos que sucederam a
queda do Império Romano. Nesta época, a Luz Aberon iniciou um confronto com a
recém instituída ordem católica ORACLO, que copiou vários itens de sua
estrutura e despertava apenas jovens que demonstrassem manifestações de poder.
Independente do método, ao despertar o indivíduo, ele passa a perceber o
mundo de uma maneira completamente diferente. Seus olhos agora percebem a
própria Aura e mesmo a daqueles que se manifestam. Ao ver as paisagens
naturais, diferentes percepções de cores aparecem e se escondem no campo de
visão. Capazes de controlar a própria Aura, mesmo a força física pode ser
incrementada pela correta utilização deste novo poder. Correndo pelo corpo
junto com o sangue nas veias e artérias, sua fluência é total e onipresente no
organismo, de modo que dependendo do Espectro de Cor, o usuário pode mesmo
alterar sua consistência.
O ESPECTRO ASTRAL E AS
ALTERAÇÕES NA NATUREZA.
Como ocorre a Magia? Esta pergunta obteve diversas respostas ao longo dos
séculos, desde a interseção de divindades ela relacionadas ou aptidão natural.
A maneira que a Magia ocorre e o modo que ela ocorre, ao contrário do que
muitos pensam, não é um fenômeno natural, mas artificial e condicionado a
vontade daquele que a realiza.
Antes de conhecer o termo, prodígios conseguiam por sua vontade,
influenciar eventos naturais, assim eram temidos ou reverenciados e em serviços
templários procuravam sempre os que possuíam aptidões semelhantes. Muitos
também considerados prodígios, tinham aptidões diversas e isto gerava muitas
dúvidas. Por séculos pensava-se que a magia desperta por indivíduos era própria
e pessoal, não seguindo qualquer padrão ou sistema conhecido. Os estudos
iniciados por Sassi de Macaei apontavam para um padrão comum, assim a primeira
forma de definição mágica foi criada:
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SISTEMA SASSI DE MACAE 1
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Canto
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Com o canto e entonação apropriada, o usuário pode
realizar prodígios. Muitos são os cantos e são divididos entre os que
controlam o clima ou colheitas.
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Oração
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Com a oração correta ao deus correto,o sacerdote
obtém preces mais rapidamente. Eficiência na batalha, revigora o soldado e
dá-lhe forças.
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Ordem
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Ordena que o oponente se curva, aumenta a moral,
comanda os animais.
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Comandado
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Comanda os elementos da terra, o fogo, a água, o ar
e a terra.
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Maldito
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Com sua língua profere condenação, amaldiçoa.
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Sassi formulou vários sistemas até chegar ao que ele considerava
definitivo. Os Caminhos da Magia. Estes eram organizados em dez caminhos que
eram inerentes a todo o ser humano:
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SISTEMA DOS DEZ CAMINHOS DE SASSI DE MACAEI
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ELEMENTAL
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Comanda os elementos da natureza: Fogo, Ar,Água e
Terra.
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TEMPORAL
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Comanda o clima.
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MALDITO
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Ordena maldições.
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COMANDO DE ANIMAIS
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Comanda os animais.
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COMANDO DE OBJETOS
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Comanda objetos inanimados.
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CANTO
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Comanda o som e com ele possibilita proferir
maldições ou comandar elementos.
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COMANDO DE VONTADE
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Comanda a vontade dos homens, retirando-lhes o
livre-arbítrio e submetendo sua vontade a sua.
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COMANDO DIVINO
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Comando dos deuses, aumenta seu poder e o torna
invencível, geralmente feito por orações ou cantos solenes.
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COMANDO EMOCIONAL
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Comanda os sentimentos, controla-os e torna-se
irresistível.
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COMANDO DE ÁREA
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Dá a uma área um atributo próprio, este comando é
contínuo e mesmo a morte do usuário, ele permanece.
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Nesta última classificação, Sassi revelava vários contornos, mas também
confundia seriamente aspectos da magia. É necessário lembrar-se antes de
utilizar a Magia, saber como a Aura atua. E isto Sassi confundia-se, mas antes
de apontar seus erros, é necessário saber o momento histórico que ele viveu e
dar seu devido crédito, pois seu trabalho foi pioneiro.
A natureza em si possui Aura, este emana da terra, espalha-se pelo ar,
está presente na água e mesmo no calor de uma chama ou no brilho de um
relâmpago. Existem naturalmente três grandes forças de Aura: A Humana, a animal
e a Natural. A humana é a única capaz de manifestar-se de acordo com a vontade
de seu possuidor, pois ele possui consciência própria. A animal é como o nome
diz, presente nos animais, mas a da Natureza é uma união.
Aquilo que chamamos de Aura Natural nada mais é do que Aura humana,
animal e vegetal impregnada em um ambiente. De modo que uma terra estéril, sem
vida, não possui Aura Natural, pois nada vivo ali produziu Aura. Esta força da
Natureza não é ilimitada, condiciona-se a vida no planeta, mas ela torna a si
mesma um tipo diferente, visto a união que ela naturalmente é.
Explicadas as Classes de Aura, avançamos agora ao momento que a Magia
ocorre. Para tal é necessária a união entre duas Auras que se sincronizam, o
homem e a Natureza/Animal/Vegetal que se deseja produzir algum efeito. Deste
modo, pela sincronização correta advinda da preparação, conhecimento e
concentração, o homem pode dar forma ao que deseja de acordo com o caminho que
ele manipula.
O caminho referido faz parte da Roda dos Doze Caminhos, que é a expressão
máxima acerca da Aura humana. A Aura do homem possui doze variações:
Este é um modelo simplificado da Roda dos Doze Caminhos. Em sentido
horário: Vermelho e suas cinco variações, Azul, Cinza, Verde e sua variação,
Laranja, Amarelo, Dourado, Roxo, Lilás, Negro e sua variação, Rosa e Transparente.
O homem nasce com um Escudo de Aura, que o cerca e o impossibilita de
usufruir da Aura, este escudo também o protege de alterações e lhe confere
insensibilidade a determinadas sutilezas do ambiente. É interessante perceber
que mais de noventa e nove por cento dos habitantes do mundo, por causa deste
escudo, que os protege e os limita, que os cega a verdadeira visão do mundo, é
responsável por fazer a Magia ser tão ignorada. Ora, é hipocrisia dizer ser a
Magia algo de faz-de-conta, uma vez que mesmo nosso conhecimento sobre os
átomos, gravidade, energias cósmicas também seria ridicularizado em épocas
passadas.
“Ao homem, sua cegueira aos eventos
da Natureza não é uma limitação, mas uma punição pela sua disposição natural a
autodestruição. De modo que sem compreendê-la, resguarda a si mesmo da (Rotorden, 1930).”
Rompida a barreira do Escudo, o homem torna-se consciente da Magia, só
então naturalmente se manifestam suas aptidões mágicas em cada caminho. Uma
pessoa normal possui tendência a desenvolver cerca de três a quatro caminhos de
uma vez, excluindo-se as variações, pois são adquiridas via treinamento e
iniciação própria. Um prodígio pode ser apto naturalmente a possuir controle
sobre até sete caminhos, já uma Bordoro[1],
consegue comandar todos os doze.
Ao sincronizar sua Aura com a Aura do ambiente ou de animais e plantas, o
homem torna-se apto a realizar as alterações nos caminhos a que tem domínio.
Como exemplo toma-se um possuído do caminho Vermelho na variação Terra, ele
pode efetuar magias próprias como comandar massas de rocha. E assim se segue a
cada variação. Segue-se a tabela abaixo que especifica os Doze Caminhos e suas
alterações:
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OS DOZE CAMINHOS
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VERMELHO
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Comando dos 5 elementos naturais como variações:
Fogo, Água, Ar, Terra e Eletricidade.
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AZUL
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Controle do clima.
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CINZA
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Infecção de ambientes.
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VERDE
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Cura/Veneno (Variação).
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LARANJA
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Controle de Animais e Plantas.
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AMARELO
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Controle de objetos inanimados.
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DOURADO
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Assimilação de características animais/vegetais .
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ROXO
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Controle da mente, hipnotismo.
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LILÁS
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Necromancia, controle de coisas mortas e Líter.
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NEGRO
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Maldição, tem como variação a Branca que é o
selamento de Magia, a mais perigosa de todas.
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ROSA
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Controle ou influência das emoções.
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TRANSPARENTE
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Telecinese, invisível alteração de vontade. A mais
agressiva e mortal de todas.
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E esta é a divisão final e mais aceita acerca dos Doze Caminhos. Contudo,
há uma grande discussão que vem se alastrando entre os estudiosos de Corena a
respeito do caminho Transparente. Enquanto a corrente majoritária defende que
ela é de fato um dos Doze Camihos, uma corrente minoritária, mas crescente
afirma que não se pode caracterizá-la como pertencente a Aura humana, mas
inerente e nascente unicamente da mente.
A explicação seria dada quando um não apto a usar este tipo de magia, ao
entrar em constante contato com um que a utiliza, também desenvolvê-la. Esta
corrente afirma ainda que esta Magia, é um rastro do antigo potencial cerebral
do homem e que seu desenvolvimento é considerado uma evolução da parte do que o
faz. Uma vez que os reinos do oculto se revelam ao usuário, tem-se a
justificativa para o caráter sagrado desta capacidade.
[1]
Bruxa pertencente à Ordem das Bordoro. Para mais informações consultar sobre as
Ordens em Aberon Book.

